Como colocar consciência no ser humano, ele esta destruindo e não vê que esta se auto destruindo.
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial sobre a devastação na região amazônica, registrou em setembro desmatamento de 431 km² de floresta, um aumento de 153% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial sobre a devastação na região amazônica, registrou em setembro desmatamento de 431 km² de floresta, um aumento de 153% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O total de vegetação perdida equivale a 269 vezes o tamanho
do Parque do Ibirapuera, em
São Paulo.
Segundo o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), que
utiliza imagens de satélite para detectar áreas devastadas, o Pará concentrou
mais da metade da degradação florestal (68%), com 295 km², seguido de Mato
Grosso, 62 km², e Rondônia, 53 km². Amazonas teve perda de 11 km², seguido do
estado do Tocantins, com 10 km², e Acre, com 1 km². Não há dados sobre o
Maranhão e o Amapá.
Dados de agosto e setembro deste ano fornecido pelo instituto, somados, apontam
a perda de 663 km² de vegetação, quantidade que é 62% maior em relação ao mesmo
período de 2011.
Geografia do desmate
Ainda segundo o sistema da ONG, das oito cidades que mais desmataram
a floresta amazônica, oito estão no Pará. Altamira foi a principal responsável,
com 126,3 km² de cobertura vegetal perdida.
Governo usa dados do INPE
De acordo com o levantamento utilizado pelo Ministério do Meio Ambiente, no período houve a perda de 804 km² de floresta, com o pico
