terça-feira, 25 de setembro de 2012

Medida provisória do Novo Código Florestal




Como todo Brasileiro, estamos preocupados com o Novo Código Florestal, será que esta nova Medida Provisória sera a solução, vamos aguardar e torcer para que tudo de certo.




O Senado pode votar nesta terça-feira 25 de Setembro a medida provisória (MP) que completa lacunas deixadas pelos vetos presidenciais ao texto do novo Código Florestal aprovado pelo Congresso e já sancionado por Dilma Rousseff.
O conjunto de Código e MP vai regulamentar a exploração de terras no país, estabelece onde a vegetação nativa tem de ser mantida e onde pode haver diferentes tipos de produção rural. O atual código em vigor é de 1965, com modificações.

Editada em maio pela presidente Dilma Rousseff, a MP continha 12 vetos e 32 modificações ao projeto que tramitou pelo Congresso. Ao passar novamente pela Câmara, a MP sofreu novas alterações que agora serão votadas pelos senadores – última etapa antes da presidente sancionar ou vetar a MP.
Com o processo de elaboração dessa nova lei ambiental brasileira chegando na reta final, o G1consultou representantes do setor agropecuário e do setor ambiental para que apontassem os principais gargalos que podem dificultar o funcionamento dessa legislação. Veja os principais pontos destacados:

A criação de escala para recuperação das matas nas margens de rios de acordo com o tamanho da propriedade, criada pela MP e modificada na comissão, é considerada injusta por ambientalistas e ruralistas, mas por motivos diferentes. De acordo com Fábio Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), a recomposição imposta ao pequeno produtor, por seguir um padrão nacional, “não atende as peculiaridades do país”. Além disso, pode “custar caro” demais aos agricultores devido à falta de financiamento.

André Lima, assessor para políticas públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), pondera que a mudança da área de recomposição em função do tamanho do imóvel vai gerar confusão, já que parte do pressuposto de que todos os produtores descumpriram a lei. “Aquele que não desmatou será injustiçado. (...) Essa nova regra obriga a recompor quem manteve a floresta em pé, sem criar benefícios”.
Recomposição de APPs feita por estados
Segundo a senadora Kátia Abreu (PSD-TO), presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), outra incongruência da nova lei é a impossibilidade de os estados legislarem sobre a recomposição de áreas desmatadas em vez da União.

“Independentemente da escadinha, a recomposição tinha que ser decidida nos estados, que poderiam avaliar melhor a situação individual dos produtores, com um conceito social”, explica. Da mesma opinião compartilha Meirelles, da Faesp, afirmando que um código ambiental estadual evitaria conflitos e dificuldades para o setor produtor de alimentos.

Cadastro Ambiental Rural (CAR)

A exigência do mapeamento de propriedades por satélite e cadastro em secretarias estaduais de Meio Ambiente, que deverão fiscalizar as áreas antes de liberar financiamentos agropecuários, seria uma boa iniciativa se sua aplicação não demorasse tanto a vingar, afirma Paulo Barreto, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). Segundo ele, a lei ambiental dá margem aos bancos para que usem os dados apenas cinco anos após a entrada em vigor da lei, o que poderia acelerar o desmatamento.
Ainda em relação ao CAR, Fábio Meirelles, da Faesp, afirma que é alto o custo que o produtor rural terá para mapear sua propriedade. De acordo com ele, o micro e pequeno produtor terão que desembolsar altos valores sem ter garantias da liberação de financiamentos.

Rios efêmeros deixam de ser área de preservação permanente (APP)

Apesar do acordo feito entre o Congresso e o governo para ampliar a proteção aos rios temporários, deixam de ser APP os rios efêmeros, que são cursos d´água superficiais que dependem de chuvas para existirem, sem se alimentarem do lençol freático. Segundo Tasso Azevedo, ex-diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, essas áreas não poderiam deixar de ser contempladas pela lei ambiental pois podem abrir precedentes para novos desmatamentos. 
Os rios efêmeros são especialmente importantes em áreas que já sofrem de escassez de água, como no Nordeste.

Ausência de incentivos ambientais

Um dos pontos criticados por ambientalistas e ruralistas é a falta de criação de incentivos financeiros para produtores rurais que conservam vegetação nativa em sua propriedade. Segundo Seneri Paludo, diretor-executivo da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), apesar de o novo Código Florestal trazer segurança jurídica para o agricultor, ele precisará de incentivos para recompor os hectares desmatados – de acordo com Paludo, cada hectare recuperado custaria cerca de R$ 6 mil.
Paulo Barreto, do Imazon, considera que este aspecto foi uma oportunidade perdida na elaboração do Código, que poderia incluir, por exemplo, o pagamento por serviços ambientais, uma forma de remunerar quem conserva a mata.

Topos de morro


A modificação da regra de que são APPs apenas topos de morros que tenham no mínimo cem metros de altura (a contar da planície) faz com que 80% dos morros de estados como São Paulo, Bahia e Santa Catarina fiquem, em teoria, passíveis de desmatamentos, segundo Tasso Azevedo. “Apenas 20% [dos morros] se enquadram na característica do novo código”, explica. André Lima, do Ipam, também entende que essa alteração dá brecha para desmates legalizados.


Replantio com espécies frutíferas

Um dos pontos polêmicos na lei ambiental é a possibilidade de recompor áreas de proteção permanente degradadas com espécies frutíferas - e não apenas com espécies nativas. Para ambientalistas, isso cria o risco de impacto principalmente se o plantio ocorrer em beira de rios, por causa do uso de agrotóxicos nesses pomares.
"Quem desmatou será beneficiado duas vezes: ele poderá plantar, por exemplo, laranjais em APPs e ainda faturar com a venda dessas frutas", argumenta André Lima, do Ipam. Já Seneri Paludo, da Famato, afirma que a exploração de forma correta não traz risco ao meio ambiente.

APP urbana

O projeto de lei do Código Florestal não trata da recomposição de mata ciliar dos rios urbanos, além de não englobar arborização das cidades com espécies nativas. O documento passa a atribuição de recompor faixas marginais desses rios para os municípios, que devem delimitar o uso do solo nos seus planos diretores.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Inhotim um paraíso natural







Nas férias de Julho aproveitamos para conhecer Inhotim, que fica em Brumadinho, cidade próxima de Belo Horizonte, foi um passeio perfeito, quem não conhece, vale a pena passar um dia com toda a família, para quem curte a natureza então, não existe lugar melhor. Tenho certeza que vão adorar.

Conhecendo Inhotim



O Instituto Inhotim foi idealizado pelo empresário Bernardo Paz em meados da década de 1980. Em 1984, o local recebeu a visita do renomado paisagista Roberto Burle Marx, que apresentou algumas sugestões e colaborações para os jardins. Desde então, o projeto paisagístico cresceu e passou por várias modificações.

A propriedade particular foi se transformando com o tempo. Começava a nascer um grande espaço cultural, com a construção das primeiras edificações destinadas a receber obras de arte contemporânea. Ganhava vida também o rico acervo botânico, consolidado a partir de 2005 com o resgate e a introdução de coleções botânicas de diferentes partes do Brasil e com foco nas espécies nativas.


Cronologia

2002 - Foi fundado o Instituto Cultural Inhotim, instituição sem fins lucrativos, destinada à conservação, exposição e produção de trabalhos contemporâneos de arte e que também desenvolve ações educativas e sociais.


2005 - O extenso acervo cultural e ambiental abria suas portas timidamente, com pré-agendamento de visitas somente da rede escolar da região de Brumadinho e de grupos específicos.


2006 - Com estrutura completa, a obra particular chega ao grande público, com o Instituto passando a receber visitas em dias regulares, sem a necessidade de agendamento prévio.


2007 - O compromisso com o desenvolvimento social da população de Brumadinho e seu entorno originou a criação da Diretoria de Inclusão e Cidadania, em julho deste ano.


2008 - O número de visitantes é crescente. Até este ano, mais de 110 mil pessoas de diversas partes do País e do mundo já haviam visitado Inhotim. Em abril, foi reconhecido como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo Governo de Minas Gerais.


2009 - Em junho o governo federal também reconhece o Instituto Inhotim como uma OSCIP. Neste ano, mais de 160 mil pessoas visitaram o Inhotim. Em setembro/outubro, foi realizado Nove Novos Destinos, evento para lançar nove obras permanentes que só poderiam ser construídas em um lugar como o Inhotim.


2010 - Os jardins do Instituto Inhotim recebem, dia 5 de abril, o título de Jardim Botânico pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos (CNJB). O registro foi aprovado após a 4ª Reunião da Comissão, ocorrida no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, entre os dias 24 e 26 de março.


Há regras em Inhotim

Não é permitido ao visitante entrar com animais domésticos no Inhotim.
O visitante deve evitar se aproximar das lagoas e dos animais.
Não é permitido ao visitante alimentar os animais. A alimentação dos animais do parque é balanceada e específica para cada espécie.
E proibida a entrada do visitante com bebidas alcoólicas e alimentos em geral.
É permitido tirar fotos e filmar apenas para uso particular e somente nas áreas externas. Não é permitido fotografar ou filmar dentro das galerias.
Fotografias de noivas e debutantes serão autorizadas nas áreas externas somente com agendamento prévio e em dias específicos.
Não está autorizado o toque nas obras. Quando for possível interagir com essas, tal informação será dada pelos monitores, que orientarão o visitante sobre como fazê-lo sem riscos.
O visitante deve procurar usar o telefone celular nas áreas externas e deve evitar usá-lo dentro das galerias.
O visitante deve preservar as flores e as plantas, já que estas fazem parte do acervo do Inhotim.
O visitante deve jogar lixo no lixo. O Inhotim tem lixeiras distribuídas ao longo de todo o parque e faz coleta seletiva.
A Recepção do Inhotim possui guarda volumes, onde bolsas e pertences podem ser deixados com segurança.
Não é permitido ao visitante entrar com brinquedos ou instrumentos musicais.

Informações gerais

Horário de funcionamento:
Terça a sexta: 9h30 às 16h30. Sábado, domingo e feriado: 9h30 às 17h30

Valor da entrada: R$ 20,00

Meia-entrada para maiores de 60 anos e estudantes (mediante apresentação de carteira específica da escola ou faculdade, dentro do prazo de validade e com foto). Portadores do cartão do Clube de Assinantes do Estado de Minas e assinantes Hoje em Dia ganham 50% de desconto na compra de 2 ingressos. Entrada gratuita para menores de seis anos.

Cartões de crédito: Visa, Mastercard. American Express. Cheques somente de Agências de Turismo ou Escolas que tenham feito agendamento.


Aquecimento Global, uma preocupação de todos




Temos uma preocupação enorme com o aquecimento global, pois sabemos que poderá afetar a todos os seres vivos e a natureza em geral, e o ser humano está diante de seu maior dilema: O que fazer para reverter isto, será que ainda há tempo?



O aquecimento global, que afeta a preservação da vida e das espécies. Ações humanas de agressão ao meio ambiente, principalmente as emissões descomedidas de gases do efeito estufa, ameaçam causar sérios danos à espécie humana e desequilibrar todo o meio ambiente do planeta Terra, um ser vivo e patrimônio de todos. Ainda a tempo de corrigir os erros dessas ações antrópicas, e para isso é premente uma imensa e dolorosa força-tarefa de diversos agentes da sociedade para mudar o cenário catastrófico que se avizinha.
A Terra possui particularidades que a distinguem dos outros planetas do sistema solar. Tem temperatura média de 14°C e, em conjunto com uma quantidade de água, relevo e oxigênio, entre outros gases, forma um ambiente propício ao desenvolvimento da vida, como se entende. No entanto, nos últimos cem anos a temperatura média do planeta aumentou 0,76º C, uma variação aparentemente desprezível. 
O aquecimento global está em curso e as conseqüências mais expressivas são, em sua maioria, negativa. Muitos o descrevem, em tom dramático, como a maior crise da história da civilização. É uma questão complexa e ainda não se dispõe de todo o cabedal de conhecimento nem de todas as soluções, mas a criação e a propagação de mitos devem ser evitadas. É necessário tomar providências para resolver o problema do aquecimento global, com seus custos e benefícios, não com falsos alarmismos, mas sim com diálogo sensato, à luz da ciência, da tecnologia e da responsabilidade ética e social.
Ainda se desconhece os limites de tolerância da natureza e qual seu ponto de equilíbrio, mas sabe-se que muitos limites foram ultrapassados e a ciência e a tecnologia, em conjunto com forças de bom senso da sociedade organizada, vão mostrar os caminhos da preservação ambiental e da homeostase do planeta. Afinal, desde os primórdios, o homem interage com o meio ambiente em busca de equilíbrio e sobrevivência, e essa harmonia é obstruída pelo aumento populacional acelerado e consumo em larga escala dos recursos naturais.
Todo sistema climático, dada sua não linearidade, pode desequilibrar-se de um estado para outro rapidamente, em busca de uma nova estabilidade, com conseqüências imprevisíveis, mas certamente catastróficas.
Os ecossistemas têm de ter a capacidade de resiliência ou elasticidade necessária para suportar as deformações e retomar sua forma original, a fim de fornecer alimentos, energia, água e estabilidade climática em prol do equilíbrio e da continuidade da vida. No entanto, não se respeita o tempo necessário para a recuperação do capital natural, pelo contrário, extrai-se da natureza mais que sua capacidade de restauração. Por longos anos, o ser humano tem cometido o crime de lesa-humanidade, ao transformar, modificar e agredir os quatro elementos físicos da natureza: o solo, a água, o ar e a energia solar.
Perdeu-se muito tempo na corrida pela mitigação dos danos causados pelo ser humano à natureza, um tempo que não volta mais e que certamente deixou conseqüências e graves seqüelas. É possível ver o passado, mas não modificá-lo, já o futuro pode ser influenciado, mas não se pode vê-lo. É preferível, então, que a geração atual possa ser reconhecida no futuro por ter agido de forma firme e resoluta na proteção do meio ambiente.
O futuro é construído dia após dia, pedra sobre pedra. Apesar do sistema caótico que se vive, há dados, fatos e informações que possibilitam enxergar à frente sem grandes distorções míopes, de forma a permitir a tomada de decisões seguras para oferecer às gerações futuras uma vida saudável e de qualidade.
As gerações atuais, hóspedes e não senhores da natureza, que não herdaram o planeta Terra dos avós, mas tomaram emprestados de seus filhos, devem atender às necessidades e aspirações do presente sem comprometer a capacidade de também atender às do futuro. Isso é o desenvolvimento sustentável: perene, eterno, perpétuo, que impõe limites para uma questão de sobrevivência não do planeta que se auto-regenera, mas da espécie humana. Pode ser doloroso, mas há que se fazer sacrifícios.

Praia do Forte em Salvador


Minha família é apaixonada por Salvador, minha filha principalmente, por que o sonho dela é trabalhar no Projeto Tamar da Praia do Forte. Sempre que podemos viajamos para lá, pois além de ter praias lindas, o baiano é muito alegre, tem um astral altíssimo e  são bastante receptivos.


Vale a pena conhecer, a Praia do Forte é um lugar simplesmente maravilhoso.
Localizada na linha verde, estrada que liga Bahia ao Sergipe, a 70 quilômetros de Salvador, a Praia do Forte tem 14 quilômetros, sendo repleta de belezas naturais e diversas opções de lazer.

A orla possui coquerais, recifes e um mar cristalino, cheio de cardumes coloridos. Ao redor, estão atrações imperdíveis, como a primeira construção portuguesa de arquitetura residencial militar no Brasil, a Sede Nacional do Projeto Tamar e o Instituto Baleia Jubarte.

O centro da Vila (Praia do Forte), é fechado ao trafego de veículos, onde reuni inumeras lojinhas, restaurantes, bares e cafés em estilo rústico, todos com muito requinte e sofisticação, possui uma excelente infraestrutura túristica, contando com vários Resorts, hoteis e pousadas de alta categoria, além de ótimos restaurantes, tanto de culinária típica baiana quanto de cozinha internacional (servem uma feijoada de deixar os mineiros com inveja).


Projeto Tamar




A Sede Nacional do Projeto Tamar-Ibama, foi criado na década de 80 para estudar e proteger as tartarugas marinhas no litoral Brasileiro, esta localizado na Praia do Forte (sonho de minha filha em se tornar Bióloga e trabalhar lá).
Esta base é responsável pelo monitoramento de 30 quilômetros de praias, protegendo ninhos de 04 espécies, e possui o mais bem equipado centro de visitante do pais, composto de museu aberto, multimídia, vídeo, aquários, tanques, exposição permanente de painéis fotográficos, loja de produtos TAMAR e dois restaurantes.
Entre tanques e aquários são 600 litros de agua salgada, com exemplares da fauna marinha da região e quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, em diferentes estágios do ciclo da vida.

No período de 15 de Dezembro a 15 de Fevereiro, o visitante também pode acompanhar a soltura de filhotes na Praia do Forte.



Instituto Baleia Jubarte




Entre os meses de Julho a Outubro, as baleias da espécie Jubarte aproveitam as aguas quentes da região da Praia do Forte para procriar e amamentar seus filhotes.
Os turistas podem realizar passeios de Saveiro em alto mar, acompanhados por biólogos do Instituto Baleia Jubarte, para a contemplação dos mamíferos. Antes do embarque, os profissionais dão uma palestra sobre a espécie.
O passeio tem duração aproximada de 06 horas, tendo como objetivo conhecer os habitos, costumes e vidas da baleias e do ecossistema marinho. Toda explicação é feita pelos Biólogos do Instituto e traduzida para o Inglês.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Parque das Mangabeiras





No feriado de 07 de Setembro, aproveitamos para fazer um passeio no Parque das Mangabeiras, e foi espetacular, nos divertimos muito, é o lugar ideal para passear com a família.

Localizado ao pé da Serra do Curral, o Parque das Mangabeiras é a maior reserva ambiental da capital mineira e um dos maiores parques urbanos da América Latina. Escolhido pelos Belo-Horizontinos e visitantes como ambiente saudável e descontraído para fugir da correria do dia-a-dia, é o espaço ideal para aliviar o estresse e espreitar uma belíssima paisagem.
Lugar para descanso, lazer e esportes, o Parque das Mangabeiras recebe cerca de 30 mil pessoas por mês, que podem usufruir de recantos naturais, quadras de peteca, tênis e poli esportivas, brinquedos, além de atividades culturais realizadas em datas comemorativas na Praça das Águas e no Teatro de Arena.



O Parque das Mangabeiras foi projetado pelo paisagista Roberto Burle Marx e conserva, em sua área de 2,8 milhões de metros quadrados, 21 nascentes do Córrego da Serra, que integra a Bacia do Rio São Francisco. A fauna reúne 28 espécies de mamíferos, 160 de aves, 20 de répteis e 19 de anfíbios. A vegetação também é variada e mescla campo de altitude, cerrado e matas de galeria.
Informações:
· Horário de funcionamento: terça-feira a domingo, das 8h às 18h.
· Endereço: Entrada pela Avenida José do Patrocínio Pontes, 580, e Rua Caraça, 900 – Bairro Mangabeiras – Belo Horizonte - MG.
· Telefone: (31) 3277.8277 ou 3277.4882
· Entrada gratuita para os visitantes.
· Paga somente estacionamento, hoje no valor de R$ 2,30 e querendo fazer um Tur pelo Parque, tem um ônibus que roda lá dentro você paga somente R$ 1,30 por pessoa e você pode pegar o ônibus quantas vezes quiser.

Biologia é Tudo









Este é o nome que ouço o tempo todo, pois minha filha quer ser Bióloga, e vai prestar vestibular para Ciências Biológicas na UFMG, na realidade ela quer fazer várias áreas da Biológia, principalmente Ecologia, Zoologia e Botânica. O sonho dela é nadar com os golfinhos. E Deus queira que ela consiga, pois em Belo Horizonte as melhores faculdades nesta área é a UFMG e a PUCMinas, mas também as mais difíceis de passar.

Falando de Ciências Biológicas

Ciências Biológicas consistem nas ciências que classificam e estudam a vida em todas as suas formas e evoluções.
A contrário das Ciências Exatas, que são construídas a partir de conceitos físicos e matemáticos sólidos, as ciências biológicas estão sempre evoluindo e revendo seus próprios conceitos.
Nas Ciências Biológicas a vida é estudada desde a sua escala atômica na biologia molecular, passando pela biologia celular, pela bioquímica (fronteira com as ciências exatas) que estuda interações químicas no organismo, pela genética que estuda a hereditariedade e a evolução, pela fisiologia que estuda o funcionamento dos organismos, pela anatomia que estuda como são constituídos, chegando até a taxonomia que classifica as espécies.
O campo de atuação das carreiras relacionadas a biologia é amplo, indo desde a engenharia genética que busca produzir plantas e alimentos melhores até a área de saúde, envolvendo a medicina e todas as suas ramificações e especializações.

A profissão de Biólogo

A função do biólogo é estudar a vida em todas as suas formas e manifestações. Ele pode atuar em diversos campos desde a biologia molecular trabalhando com um microscópio até pesquisa e classificação de novas espécies de plantas e animais trabalhando no meio de uma floresta.
Em sua carreira o biólogo pode optar por dois caminhos básicos: pesquisa e licenciatura. Caso opte pela Pesquisa ele pode se especializar atuando no desenvolvimento de novas técnicas de biologia aplicadas a medicina, pode trabalhar no campo em pesquisa genética e também atuar no ramo de preservação ambiental.
Caso o biólogo opte pela Licenciatura, o campo de trabalho também é bem amplo, o profissional podendo atuar como professor da cadeira de Biologia em faculdades de Medicina e também lecionando biologia em escolas de Ensino Médio e cursinhos pré-vestibular.


Na área de pesquisa entre as principais especializações da Biologia temos

  1. Biomedicina: Especialização onde o profissional em Biologia atua nos hospitais junto a equipe médica, prestando consultoria, analisando dados e desenvolvendo novas técnicas.
  2. Engenharia Biomédica: Nesta especialização o biólogo atua junto com engenheiros ajudando a desenvolver máquinas para diagnóstico e tratamento de doenças.
  3. Engenharia Genética: O biólogo especialista em engenharia genética, pode atuar no campo trabalhando no melhoramento genético de plantas e animais ou então em laboratórios pesquisando doenças.
  4. Biotecnologia: Ramo de especialização da biologia onde o biólogo passa a atuar em pesquisas avançadas e amplas tais como células tronco e genoma humano.


Grade básica do curso de Biologia

  • Ecologia
  • Bioquímica
  • Biofísica
  • Biologia Fundamental
  • Parasitologia
  • Histologia
  • Genética Básica
  • Zoologia
  • Botânica


Pontos positivos na profissão de Biólogo

O principal ponto positivo da carreira de Biologia é o tamanho do campo de atuação. Do ponto de vista prático o mercado para a Biomedicina no Brasil está bastante aquecido com uma grande oferta de vagas, principalmente em laboratórios de Analises Clinicas e Hospitais Particulares. Há também uma excelente oferta de vagas bem remuneradas para licenciatura em biologia, principalmente em cursinhos.


Pontos negativos na profissão de Biólogo

O ponto negativo da carreira em biologia é a necessidade constante de atualização já que as ciências biológicas são as ciências que mais evoluem atualmente.

Definindo a palavra Natural






Natureza é tudo, Seres Vivos, Plantas, Animais é tudo o que é simplesmente perfeito e Natural.


Dentro dos diversos usos atuais desta palavra, "Natureza" pode fazer referência ao domínio geral de diversos tipos de seres vivos, como plantas e animais, e em alguns casos aos processos associados com objetos inanimados - a forma em que existem os diversos tipos particulares de coisas e suas mudanças espontâneas, assim como o tempo atmosférico, a geologia da Terra e a matéria e energia estes entes possuem. Freqüentemente se considera que significa "entorno natural": animais selvagens, rochas, bosques, praias, e em geral todas as coisas que não tenham sido alteradas substancialmente pelo ser humano, ou persistem apesar da intervenção humana. Este conceito mais tradicional das coisas naturais implica uma distinção entre o natural e o artificial, entendido este último como algo feito por uma mente ou uma consciência.